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    Ficheiro Julho 2007

    Estrelas

    by fredsoncc (05/08/2007 - 20:03)


    Silêncio - Dona Shirley
    Fico a conversar com o tempo...
    Tentando de todas as formas...
    Ao seu lado conseguir ficar...
    Que a distância que nos separar...
    Seja preenchida... pelos minutos que ainda ficarei sem te ver..
    No faz de conta vou entrando...
    Já posso sentir a brisa da praia me beijar..
    E suas mãos retirando as pétalas da minha flor mais íntima..
    Pra no mais perfeito luar..
    Nossos corpos entrelaçar..
    Envoltos pelo cenário mais perfeito que há de existir..
    Mas daqui a milésimos de terríveis segundo, volto.
    Volto para a realidade doída..
    Da não presença, do não toque..
    Do não conseguir respirar o mesmo ar que te faz viver..
    Logo fecho os olhos..
    E vou aos poucos entrando...
    Na fantasia que a ausência me faz criar..
    E a saudade faz brotar..
    A criatividade sem fim..
    Que o silêncio, a todo o momento..
    Insiste em querer calar.

    Vampira - Mauro Gouvea

    by fredsoncc (05/08/2007 - 19:59)

    Vira a noite virando o coração dos homens
    Transformando-os em adolescentes
    O lobo veste pele de cordeiro
    Mostram-se quase inocentes
    Sinto meu peito em descompasso
    E passo a noite a sonhar
    Com alguém tão longe de meu abraço
    um amor impossível de evitar
    Me excito e não evito
    o que versejo
    as letras são carinhos impossíveis
    as frases extensão do meu desejo
    e digo coisas até então indizíveis...
    Pra quem é sabe...

    A Morte - Flor Poeta

    by fredsoncc (05/08/2007 - 19:58)

    Delicada seria a morte
    se ela nos visitasse no poente da vida
    e se sentasse junto de nós
    e nos compreendesse
    nos ouvindo dizer porque razão
    gostaríamos de ficar mais um pouco
    a contemplar o sol
    a namorar a lua...

    mas a morte é surda e bruta
    não tem sentimentos ou voz
    nem clemência ou delicadeza
    tampouco mostra o rosto, complacente
    ao contrário do que declamam
    os sábios, mas  mentirosos poetas

    talvez então, devêssemos imaginar
    que ela venha linda e vaporosa
    como uma miragem
    trazendo ao colo sombrio
    a nossa encomenda autorizada
    para a viagem sem volta
    depositando-nos apenas
    um beijo de brisa
    com um perfume de rosas
    à flor dos pálidos lábios...

    Ao Teu Controle - José Souza

    by fredsoncc (05/08/2007 - 19:57)

    Como um pássaro,
    alerta e desconfiado,
    deixo-te aproximar
    aos poucos do meu lado.

    Como um náufrago,
    cansado e incerto,
    deixo-te estar
    um pouco mais perto.

    Como um bêbado,
    desequilibrado e cambaleante,
    deixo-te afirmar-me
    por um breve instante.

    Como um vendaval,
    furioso e destruidor,
    deixo-te dominar-me
    com uma dose de amor.

    Como um aroma,
    fresco e delicioso,
    deixo-te aspirar-me
    num respiro vagaroso.

    A Despedida - Camila de Bairros Rodrigues

    by fredsoncc (05/08/2007 - 19:56)

    Tardou mas chegou,
    esta sim é a despedida.
    Eu a decreto por não ter outra saída.

    Não posso mais fingir,
    já chega de desilusões.
    Eu quero é sorrir.

    O vento está soprando
    canções de Adeus,
    de agora em diante
    serei só eu!

    Versos de Solidão - Rafaela Duccini

    by fredsoncc (05/08/2007 - 19:55)

    Grito seu nome
    E não sinto teu cheiro
    Nas sombras esgueiro
    E em cada sonho te agarro,
    junto a solidão que me engole.

    Palavras... São poucas escritas
    Porém as lágrimas se alongam
    e escorrem...
    Os mesmos dedos que as cessam
    São os esmos com que as faz.

    E eu fico assim...
    Porque acho que presiso
    mais do que solidão

    Saberei Esperar por Ti - Jorge Humberto

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:52)

    Por mais que digas que não é por ti
    Que espero. Sei que me amas, sim
    Quão longa, a espera, não sei dizer.

    Só que tudo será a nosso belo prazer,
    E, quando nos amarmos, não sobrará
    Pedra por sobre pedra, e o mais que há.

    Somos dois românticos sem ter cura,
    Numa tremenda e enorme desenvoltura,
    Que nos faz dois pouco mais que loucos.

    Combinemos pois caminhar aos poucos,
    Num curso sinuoso de um belo rio
    E atravessemos o mundo de fio a pavio.

    Vestiremos as nossas melhores roupas,
    Para atenuar estas vozes roucas,
    De nos chamarmos insistentemente,

    Como quem chama ardentemente
    O seu ente querido e não obtém resposta,
    Para a sua breve e intrépida proposta.

    E, assim, dou por findo este poema,
    Que correu limpo sem qualquer esquema,
    Pois que o nosso amor não tem igual.

    Hoje Como Ontem - Jorge Humberto

    by italianobahia (04/08/2007 - 14:21)

    Ainda não estou preparado para perder-te!
    É que a lua ainda encerra em si a beleza da madrugada
    E o orvalho, que pende das folhas,
    São o meu choro, nas águas o marulho,
    Que verte sem sentido de destino ou chegada.

    Ainda não estou preparado para perder-te!
    Pois os campos encerram em si os braços dos homens,
    Os braços que eu gostaria de ter um dia se a poesia
    Se me escapasse pelas mãos, como ampolas de sangue,
    Vestindo meus dedos delicados e refinados.
        
    Ainda não estou preparado para perder-te!
    Pois todos os sonhos são aqui possíveis e tu, embora
    Tímida, vens com eles, para me enlouquecer os sentidos,
    Com o teu ventre amistoso e desejado,
    Pelos homens pobres da aldeia que eles guardam com afinco.

    Ainda não estou preparado para perder-te!
    E há luz mortiça do castiçal vejo a tua sombra no espelho,
    Correndo para cá e para lá, como que procurando algo
    Que tivesses perdido e não lhe achasses o sentido…
    Mas, e o que fazer de mim, se sou aquele que te diz do amor?

    Ainda não estou preparado para perder-te!
    Ah, quem dera aqui, todas as aves viradas ao futuro,
    Sobressaindo-lhes a vontade de um querer irreversível,
    A mesma vontade férrea que eu tenho a cada instante meu
    Que faço nosso por nos amarmos.

    Ainda não estou preparado para perder-te!...

    Amor: Qual é o Seu? - Silasol

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:13)

    Amor que tem pena é piedade
    amor que deseja é paixão
    amor que magoa é crueldade
    amor para sempre é ilusão
    amor que se pede é esmola
    amor que anula é sacrifício
    amor que ensina é escola
    amor que não se larga é vício
    doce de amor é sobremesa
    amor com ciúme é defeito
    amor de criança é pureza
    amor Divino é perfeito
    Mas seja de mesa ou de cama
    seja do jeito que for
    amor que simplesmente ama
    este sim, é que é amor.

    Num Eterno Sonhar - Mário Osny Rosa

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:12)

    Do sonho da madrugada
    No sonho venho lembrar.
    Quando te vejo acordada
    De um abraço te dar.

    De um passado feliz
    Da mais bela harmonia.
    De tudo aquilo que fiz
    De uma linda cantoria.

    Sonhos trazem as lembranças
    Da vida a continuidade.
    São essas as velhas heranças
    Quando penso em saudade.

    Nessa busca de tudo que passou
    Do sonho a realidade.
    O mundo em tudo isso já mudou
    Sempre com felicidade.

    Mário Osny Rosa
    morja@intergate.com.br

    Na Lua - Marilene Laurelli Cypriano

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:10)

    Na magia de uma noite enluarada
    encontraste tua alma gêmea meu querido!
    Tua mulher, tua fêmea, tua deusa
    para junto de ti desfrutar o mais belo amor!
    Foi sob o luar e o intenso brilho das estrelas
    que nos amamos pela primeira vez.
    Como dois adolescentes
    deitamos sobre a verde relva ,
    me envolveste com teus braços ternos e fortes
    e me senti deitada na lua,
    que é o berço do nosso amor.
    Ao receber teus carinhos e teus beijos
    uma chuva prateada iluminava e
    banhava nossos corpos
    que vibravam em prazer numa louca paixão.
    As estrelas mudaram de lugar,
    acompanharam a lua em sua metamorfose
    refletida no mar e nós...num beijo apaixonante
    fomos nos transformando vagarosamente.
    com ,abraços,afagos, caricias ,
    em verdadeiros amantes que
    estremecem a um simples toque de mãos,
    se desejam e se querem mais e mais a cada noite
    que chega trazendo
    as estrelas como testemunhas
    dessa paixão que move o universo
    para travarmos uma batalha
    no nosso leito de amor onde sempre te espero ...

    Eu e Você - Leila R Brasil

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:09)

    Eu abro minha caixa mil vezes por dia
    Você tem dia certo e hora para abrir
    Eu sonho e alcanço o sol para a gente
    Você planeja o sol domingo de manhã
    O almoço já tem mês e semana na geladeira
    Eu como na rua o que me dá na telha
    Eu bebo em dias santos,Você jejua
    Eu amo a noite ,Você cumpre o dia no dia
    Eu flecho a noite na bolsa de pronto
    Você precisa reservar a caça
    Eu nado nua no rio, você aluga um guia
    Você está sempre tão certo,
    Meu peito aberto vigia
    Eu sou um vento que passa
    Você passa na hora em que te invento
    E termina seu dia em outra cama
    No fim,eu me deito na minha trama
    falando com as paredes.

    Este é o Amor - Ledalge

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:07)

    Eu queria voar pra bem longe,
    Sem as prisões da alma e da razão,
    Encontrando ao fim do horizonte,
    Teu olhar em minha direção...

    Suando de emoção ao te abraçar,
    Num contato, mais que harmonioso,
    Pra ti cantaria sob a luz do luar,
    Como, que querendo um ninar ditoso...

    De amor, paixão ou loucura...
    Será este o real sentimento?
    Toda a sorte de amores te daria...

    Sem temer o vento, as horas e à poesia,
    Estaríamos atados em um só momento...
    Induzidos pelo amor, que nos procura!

    Este soneto foi inspirado na canção de Bob Marley " IS THIS LOVE",

    Eu Sei Mas Nao Devia - Marina Colasanti

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:04)

    Eu sei que a gente se acostuma.
    Mas não devia.
    A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos
    e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
    E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
    E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
    E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz.
    E porque à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
    A gente se acostuma a acordar de manhã, sobressaltado porque está na hora.
    A tomar café correndo porque está atrasado.
    A ler jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
    A comer sanduíches porque já é noite.
    A cochilar no ônibus porque está cansado.
    A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
    A gente se acostuma a abrir a janela e a ler sobre a guerra.
    E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos.
    E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz.
    E aceitando as negociações de paz,
    aceitar ler todo dia de guerra, dos números da longa duração.
    A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
    A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
    A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
    A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o que necessita.
    E a lutar para ganhar o dinheiro com que paga. E a ganhar menos do que precisa.
    E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem.
    E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com o que pagar nas filas em que se cobra.
    A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes, a abrir as revistas e ver anúncios.
    A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema, a engolir publicidade.
    A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
    A gente se acostuma à poluição. À luz artificial de ligeiro tremor.
    Ao choque que os olhos levam na luz natural.
    Às besteiras das músicas, às bactérias da água potável.
    À contaminação da água do mar. À luta. À lenta morte dos rios.
    E se acostuma a não ouvir passarinhos,
    a não colher frutas do pé, a não ter sequer uma planta.
    A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer.
    Em doses pequenas, tentando não perceber,
    vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
    Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
    Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo.
    Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana.
    E se no fim de semana não há muito o que fazer,
    a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado.
    A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
    Se acostuma para evitar feridas, sangramentos,
    para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
    A gente se acostuma para poupar a vida.
    Que aos poucos se gasta,
    e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

    Loba, Mulher Sem Censura - Claudete Silveira

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:03)

    Essa loba, é mulher madura
    Que ama sem Censura
    Que em sentimentos é segura
    E quando alguém ela quer...
    Sai, sem medo a procura...
    Essa mulher
    Tem tudo para ser feliz
    E não precisa ser meretriz
    Para ter a quem quiser...
    Basta apenas...ser mulher,
    Feliz e orgulhosa
    De tudo que ela é...
    Vai em busca da felicidade
    Em troca reciprocidade...
    Une sensibilidade e tesão
    Essa loba aqui presente
    tem sentimento latente
    Carinho e emoção...
    E um lindo coração!

    Almas Tristonhas - Marcos Valério Mannarino Loures

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:02)

    Almas há que trouxeram, como herança,
    Um gênero, do corpo bem diverso...
    Mistérios insondáveis do Universo
    Cujas razoes a mente não alcança!

    Algumas delas, órfãs da esperança
    De a unidade provar, no que é diverso,
    Pois se o frontal encontra-se no verso,
    Nem mesmo em Deus encontra a semelhança...

    E presas do desgosto mais profundo,
    Sofrendo, assim, monumental castigo,
    Só na revolta encontram seu abrigo!

    Essas almas só passam pelo mundo
    E incapazes de ouvir um só conselho,
    Odeiam tudo o que não for espelho...

    (a um conhecido gay não assumido)

    Adormecida - Castro Alves

    by fredsoncc (04/08/2007 - 14:00)

    Uma noite, eu me lembro... Ela dormia
    Numa rede encostada molemente...
    Quase aberto o roupão... solto o cabelo
    E o pé descalço do tapete rente.

    'Stava aberta a janela. Um cheiro agreste
    Exalavam as silvas da campina...
    E ao longe, num pedaço do horizonte,
    Via-se a noite plácida e divina.

    De um jasmineiro os galhos encurvados,
    Indiscretos entravam pela sala,
    E de leve oscilando ao tom das auras,
    Iam na face trêmulos - beijá-la.

    Era um quadro celeste!...A cada afago
    Mesmo em sonhos a moça estremecia...
    Quando ela serenava... a flor beijava-a...
    Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia...

    Dir-se-ia que naquele doce instante
    Brincavam duas cândidas crianças...
    A brisa, que agitava as folhas verdes,
    Fazia-lhe ondear as negras tranças!
    E o ramo ora chegava ora afastava-se...
    Mas quando a via despeitada a meio,
    P'ra não zangá-la... sacudia alegre
    Uma chuva de pétalas no seio...
    Eu, fitando esta cena, repetia
    Naquela noite lânguida e sentida :
    'Ó flor! - tu és a virgem das campinas!
    'Virgem! - tu és a flor da minha vida!...'

    Perdão - Ivone Macias

    by fredsoncc (03/08/2007 - 23:22)

    Desculpe-me por tentar ser quem eu não sou
    E ser quem eu sou
    Desculpe-me por olhar pra você e sorrir
    E por pensar em você, e chorar
    Desculpe-me por cada vez que digo eu Te Amo
    E por cada vez que penso que te odeio
    Desculpe-me por te querer
    E te dizer
    Desculpe-me por ser tão apaixonada
    E por tentar ficar ao seu lado
    Desculpe-me pelas vezes q me perco no seu olhar
    E eu te desculpo por NÃO ME AMAR.

    De Repente - Eudes Batista de Paula

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:50)

    De repente surge uma lembrança
    Amor de adolescente
    Coisas da infância
    Vem-me a mente
    Sua imagem sorridente

    De repente
    Surge um desejo
    Parece que sinto seu beijo
    O doce dos seus lábios

    De repente
    Vem uma saudade
    Uma vontade de te ver
    E em seus braços se envolver

    De repente
    Surge um sentimento tão presente
    Talvez um amor mal resolvido
    E talvez nunca esquecido

    De repente
    Assim como você
    Num instante desaparece
    Ficando só lembranças
    Desse sentimento que jamais se esquece.

    Procura-se Uma Namorada - Tancredo A. P. Filho

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:47)

    Estou a procura de uma namorada
    É necessário que ela tenha:
    Um coração transparente
    Para mostrar o amor leal,
    O amor forte movido a paixão,
    Seguido da ternura e, que tenha vontade
    De comprometer-se comigo,
    E também tenha uma,
    Capacidade para amar
    E sentir um amor de verdade.

    Se por acaso, ela for pessoa simples,
    Que a beleza e a simplicidade,
    Possam fazer-me feliz,
    Comprovarei a sua lealdade...

    E se for uma pessoa alegre,
    Risonha e contente...
    Que eu possa me alegrar também
    Com o seu contentamento.

    Pode ela ser uma pessoa ilustre
    Ou inculta, sem letras,
    Porém se for culta e letrada
    Que não se gabe dessa condição...
    A namorada que procuro,
    Quero que tenha a pureza na alma,
    Ternura e paz no coração,
    Uma alma cheia de sinceridade
    Para caminhar junto comigo
    A estrada da felicidade...

    Se eu encontrar alguém assim,
    Tenho a máxima certeza,
    Que ela vai gostar de me namorar,
    Juro que ela gostará
    De ouvir minhas poesias...

    Da candidata à ser minha namorada
    Gostarei de saber se ela,
    Gostará de namorar a natureza,
    Ver a inocência e beleza nas crianças,
    Andar na praia durante o dia,
    Sentar-se na areia à beira mar...
    Porque a moça que faz isso
    E, também isso sentindo,
    A mesma poderá se habilitar,
    Não precisa de dinheiro,
    E também não precisa nada pagar
    Basta apenas um email digitar.

    Tom da Paixão - Auber Fioravante Junior

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:45)

    Ah! Abrasante sentimento
    chamado amor; chegou
    inundando alma e coração
    como uma viva ferida
    latejante na dor e na fragrância,
    articulando nuvens e penumbras
    indo do frágil ao insano desejo de
    ter e sentir a pele aveluda e úmida
    no ato da luz,
    no papiro da emoção!

    Ah! Crescente sentimento
    Chamado amor; és via de
    Duplo sentido poetando
    Magia e sussurros, que
    Aquecem na chuva fazendo-se
    Testemunha ao incendiar
    Dos olhares argumentados
    Em juras e gemidos sedentos
    que vão do norte ao sul em delírios
    de tocar, abraçar e beijar
    o corpo prateado e maquiado
    no tom da paixão
    na ebulição da canção!

    Labaredas da Paixão - Tânia Mara Camargo

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:42)

    Quando chegar o verão... Estarei mais radiante
    Meu amado sol, distante, virá me aquecer
    Em teus braços deliciosamente vou me perder
    Cada amanhecer será quente, melhor que antes

    Minha alma sempre delirante
    Sobre mim aquele olhar ofuscante
    Êxtase, o suor a escorrer
    O prazer, certamente não vou deter

    Dias de labaredas da paixão
    Nossos corpos ansiosos e ardentes
    Tão cúmplices, almas em ebulição

    E novamente tuas mãos persistentes
    A deslizar, renovando a emoção
    Em violação a buscar posições diferentes.

    O Teu Olhar - Marcos Valério Mannarino Loures

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:28)

    Tornaste-me cativo de teus olhos,
    Tão mansos, tão suaves, tão serenos.
    Tornando meus caminhos mais amenos,
    A flor felicidade traz em molhos...

    Amar que sempre achei ser meu direito,
    Agora não disfarço, num mergulho.
    Saber-te, com certeza é meu orgulho.
    Poder dizer ao mundo, satisfeito,

    Que, em toda minha vida, tive sorte,
    Encontro novo porto onde se aporte
    A nau que já pensei ter naufragado.

    Ao meu destino vou iluminado
    Pelas luzes mais belas que já vi.
    Que por favor divino, estão aqui!

    Sentimentos Amorosos - Marcial Salaverry

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:25)

    Sentimentos temos,
    sentimentos sentimos...
    Por quem conhecemos,
    por quem jamais vimos..
    Por quem perdemos,
    por quem encontramos...
    Por quem queremos,
    por quem deixamos...
    Pensamentos temos,
    pensamentos pensamos...
    por quem queremos...
    por quem amamos...
    por quem sofremos...
    por quem deixamos...
    Tristes pensamentos,
    despertando lamentos...
    Doces sentimentos,
    entremeando os lamentos...
    De pensamentos que flutuam ao sabor das lembranças...
    Sentimentos podem mudar se o quisermos...
    Sentimentos de amor,
    ou sentimentos de tristeza...

    Perfume - Kátia Christofoletti

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:21)

    Teu perfume no meu corpo
    Cheiro de não sei o quê
    É doçura, poesia
    Sensações, lembranças
    Na minha cama macia
    O perfume do nosso prazer
    O cheiro de você

    Teu perfume, mistério que me arrebata
    De prazer quase me mata
    Ah, vamos nos rever!
    Lembra-me tuas carícias
    Todas as delícias
    Que saudade de você!

    Teu perfume me inebria
    Faz minha barriga fria
    È como flores, vasos, amores
    Lembrarei pela vida afora
    O perfume de você!

    Amor - Lourdes Braga Fracalossi

    by fredsoncc (03/08/2007 - 22:11)

    Quem é ele e de onde vem?
    Trazido pelo vento, do mar,
    ou quem sabe do céu?
    Não sei, mas penso que é do céu,
    pois chega sem pedir licença,
    e com a força de um vulcão,
    invade-te, tira tudo do lugar.
    Transforma-te. Completa-te!

    E amando...
    Andas nas nuvens, flutuas,
    sorris e choras sem saber porque.
    Ora gigante, senhor do mundo,
    ora a mais frágil e pura criança
    que precisa de colo,
    de beijos que curam machucados.
    Torna-te humano!

    Amor...
    Maravilhosa mistura de sentimentos
    que pinta o mundo com as cores do arco-íris,
    molha de orvalho a mais seca das manhãs
    e põe no ar a mais bela melodia.
    E cantas! ... E danças!
    Inebria-te de uma felicidade ímpar.
    Vês a lua em pleno dia e o sol na madrugada.
    E voas, voas...
    Amas!

    Cometa - Tânia Mara Camargo

    by fredsoncc (03/08/2007 - 15:53)

    As lembranças teimam em meu peito
    Já as mandei sair, irem embora
    Fixas insistem, permanecem até agora
    Projetam tua imagem em meu leito

    Visões alucinadas, em ti já havia receio
    Cegava-me com tantos enleios
    Tanta ansiedade, porém sentia-me segura
    Entreguei-me ao erro e minha alma chora

    Foi-se o cometa, tão pouco se viu
    Durou pouco o grande espetáculo
    Veio, deslumbrou e sumiu

    Tantos sentimentos e obstáculos
    Chegaste, encantou-me e partiu
    Meu corpo detém aquele odor másculo!

    Mar - Isa Costa

    by fredsoncc (03/08/2007 - 15:46)

    Diante de ti, fico fascinada!
    pela tua imensidão e grandeza.

    Sento-me!
    Fecho os olhos!
    Respiro o teu odor!
    Maresia!
    Esvazio a mente.

    Oiço apenas o teu bater
    Sinto o rosto a ser beijado
    pelos teus salpicos salgados
    fluiem rasgos de felicidade.

    Abro os olhos!
    contemplo a tua beleza
    que me dá forças para lutar.
    tenho gotas de esperança
    para voltar acreditar.

    Espero Você - Kátia Christofoletti

    by fredsoncc (03/08/2007 - 15:43)

    Quando te conheci não tinhas voz
    Não tinhas rosto
    Tampouco corpo
    Não sentia teu cheiro, nem teu gosto.
    Apenas escrevias...
    Mesmo assim, conseguia ouvi-lo, tocá-lo.
    Por você embevecia.
    Apenas por tuas palavras.
    Tornamos-nos inquietos.
    Fizemos um vôo livre.
    Aterrizamos: encontramos nosso porto.
    Aconchegamos-nos no encontro.
    Hoje somos magia.
    Realizamos fantasias.
    Renascemos na poesia.
    Nos nossos corpos de pele macia.
    Desejos secretos, tantos!
    Que alegria!
    Entre quatro paredes, na lua, na rua.
    Fico toda nua
    Espero você.

    Na Praia - Lucan

    by fredsoncc (03/08/2007 - 15:41)

    Tostada ao sol de praia marajoara,
    A alegria filtrou-lhe o coração.
    Hoje, mais bela e queimadinha clara!
    Parece uma indiazinha distinção.

    O mar com seu mistério já escancara
    Um mundo de alegria e de emoção.
    A companhia, o papo do caiçara,
    A areia, a maresia, a vastidão.

    Dias de amor e de beleza rara,
    O banho refrescante. Oh! Tomara
    Que não se esqueça nunca. Satisfez!

    E espera-se que muito em breve, a gente
    Volte à praia tão bem e mui contente,
    Buscar mais otimismo... Uma outra vez!

    Que Medo é Este - Ely Isaac Mizrahi

    by fredsoncc (03/08/2007 - 15:40)

    Que medo é este, de ser feliz;
    Que medo é este, de ser eterno aprendiz;
    Que medo é este, de amar e se entregar;
    Que medo é este ,de conversar e confiar.

    Que medo é este, de caminhar e saborear;
    Que medo é este, de compartilhar e abraçar;
    Que medo é este, de olhar e enxergar;
    Que medo é este, de dificultar o experimentar.

    Felizes aqueles que se entregam;
    Felizes aqueles que confiam;
    Felizes aqueles que conversam;
    Felizes aqueles que compartilham;
    Felizes aqueles que abraçam;
    Felizes aqueles que experimentam;
    Que medo é este ?

    Meu Dragão - Sonia Delsin

    by italianobahia (03/08/2007 - 14:52)

    O que é que eu tenho feito?
    Eu tenho enfrentado meu dragão.
    Tem dias que ele me cospe fogo.
    Ele vem como um vulcão.

    Eu me desvio, eu corro.
    Peço socorro.

    Em outras vezes o enfrento em silêncio.
    Com paciência e ele vai embora.
    Que alívio eu sinto nessa hora.

    Noutro dia ele volta.
    Minha alegria ele vem roubar.
    Com lágrimas as feridas volto a lavar.

    Novamente ele some.
    Parece que me deixou em paz.
    Penso.
    Não vai voltar mais.

    E quando menos espero o dragão aparece.
    Entro em prece.
    Assim é que estou caminhando.
    Meu dragão enfrentando.

    [Des]congelar - Dän Furmänkiewicz

    by italianobahia (03/08/2007 - 14:50)

    Durante algum tempo, ela silenciou sonhos,
    desgarrou-se de algumas das pequenas dúvidas que lhe agrediam a alma,
    espreitou a realidade, amorteceu quedas.
    Seus pensamentos estalavam ao frio impiedoso que lhe congelava a mente.
    Congelar...!
    Desejou ser um inverno sólido,
    ter a superfície fria do mármore e explorar os cantos mórbidos da solidão.
    E assim seria, até que seu ar começasse a voltar aos poucos,
    até que todas as suas letras (internas letras) gritassem por liberdade.
    Seria agora o momento propício...? Todas as telas em branco lhe ameaçavam,
    cores jogadas pelo chão e uma densidade estranha no ar,
    como se o final daquele dia se transformasse em presságios.
    Tentou um suicídio íntimo, mais um diálogo inexistente entre desejos e possibilidades.
    A sua realidade intensa lhe escapava ao toque dos lábios na taça,
    repleta por um vinho ordinário. A sonolência seria, então, a sua amiga-artista...
    e esculpiria seu corpo inteiro, talhando ilusões onde não existem. Para quê o despertar,
    se o improvável se transforma quando os olhos estão [quase] cerrados?
    Sobre a mesa, o retrato da distância lhe sorria.
    E ela sentia que esta mesma distância lhe observava, sádica, com uns olhos azuis de quem nada tem a dizer.
    Das paredes de seu quarto, escorriam imagens e reflexos abstratos que iam estacionar em seu abdômen nu...
    era a janela aberta que abrigava as últimas gotas de uma tempestade lúdica.
    Abraçou o travesseiro, buscou em si um pouco mais de si...
    e encontrou apenas algumas palavras que lhe agradavam
    e que abrigavam significados muito mais fortes do que ela poderia supor.
    Suavemente, o passado conseguiu tocar-lhe a face...
    deslizou sobre seu colo e, virando presente, adormeceu.
    Mas pequenas partes desta bela criança silenciosa iam desfalecendo aos poucos,
    transformando-se em um futuro próximo... ou longínquo... ou imprevisível...!
    A palidez de uma lua inquieta acomodava-se em seus poros e agora,
    ela não sabia mais se era mulher ou lua, ou simplesmente viagem inconsciente de um poeta.
    Apagou adjetivos e contornou a simplicidade com a ponta dos dedos,
    como se estes pudessem percorrer caminhos venosos que a levassem até um coração qualquer.
    E todo o entendimento que pudesse existir, aniquilava impiedosamente...
    pois destruir entendimentos significa libertar essências.
    Não decidiria mais nada por hoje,
    seria simplesmente um atalho concreto que ligaria o interior de suas vontades a tudo o que é externo.
    Quando seus olhos se fecharam, ela sentiu seu corpo ultrapassando os limites de todas as coisas do mundo.
    Suspirou profundamente... descobriu que jamais seria compreendida,
    pois as explicações sofriam, em todos os corpos, estranhas metamorfoses por segundo.
    O despertador a encarava com uma ironia única
    e guardava dentro de si todo o tempo que restava para que aquela noite se tornasse dia.
    Ela sorriu ao imaginar que amanhã seria outra, completamente renovada e que desta outra viriam mais algumas.
    E foi assim que conseguiu alcançar novamente o seu mundo paralelo à realidade...
    foi derretendo, aos poucos, o gelo que lhe bloqueava os sentidos...
    atingindo a única compreensão que lhe interessava no momento:
    viver é inexplicável.

    Amor Total - Laercio Bruno

    by fredsoncc (03/08/2007 - 04:03)

    Um amor desses de filme assim,
    Deus deu pra mim, muito terno pra sempre!
    Amor desse nosso jeito
    Será história, com glória eternamente!
    Amor de montão de beijos!
    Amor de montão de abraços!
    Amor de compreensão, de acalento!
    Amor que leva embora, todos nossos cansaços!
    Nosso amor é muito grande, é infinito.
    De todos é o mais bonito!
    Nosso amor vai longe, vai pro sul, vai pro norte!
    Nosso amor é infinita sorte!
    E graças te dou todo dia,
    Por este amor abençoado!
    Põe de pé, é encanto,
    É melodia!
    Nosso amor é pura poesia!

    Soneto da Separação - Vinicius de Moraes

    by fredsoncc (03/08/2007 - 04:02)

        * De repente do riso fez-se o pranto
          Silencioso e branco como a bruma
          E das bocas unidas fez-se a espuma
          E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

          De repente da calma fez-se o vento
          Que dos olhos desfez a última chama
          E da paixão fez-se o pressentimento
          E do momento imóvel fez-se o drama.

          De repente, não mais que de repente
          Fez-se de triste o que se fez amante
          E de sozinho o que se fez contente.

          Fez-se do amigo próximo o distante
          Fez-se da vida uma aventura errante
          De repente, não mais que de repente.

    Fim de Caso - Oriza Martins

    by fredsoncc (03/08/2007 - 04:01)

    Tudo acabou.
    Como tudo nesta vida,
    A esperança – perdida;
    Os desejos – sufocados;
    Beijos secaram,
    Palavras emudeceram,
    E os sentimentos, enfim,
    Quedaram... estilhaçados...

    Onde ficaram os olhares desejosos,
    Que trocávamos, ansiosos,
    Em meio à multidão?
    Mudas promessas,
    Em suspiros, em sorrisos,
    Cantinhos de paraísos
    Que vivíamos, então?

    Cadê meus sonhos,
    Onde estão nossos momentos,
    Esvaziei pensamentos,
    Não vislumbro mais teu ser...
    Como é possível tanto amor,
    Tanta paixão,
    Tanto desejo e emoção
    Acabar, desvanecer?

    Eu seguirei, seguirás,
    Na estrada da saudade,
    Nossos laços refazendo
    Através da amizade.
    Mas é difícil esquecer
    Pra vida inteira
    Quão profunda e verdadeira
    Foi nossa cumplicidade!...

    Meu Ninho - Carmen Vervloet

    by fredsoncc (03/08/2007 - 02:32)

    E das minhas lágrimas
    Caídas sobre a terra,
    Fez-se a lama!
    E das nossas brigas
    Insanas,
    Fez-se a guerra!
     
    O nosso amor uno, indivisível,
    Partiu-se...
    Criou asas e voou
    Num lamento do vento...
    Percorreu breve caminho
    De angústia e sofrimento...
     
    Mas a lua cheia, de mel doce,
    Que não gosta de tempestade,
    Não deixou que a foice
    Ceifasse nossa felicidade!
     
    E me trouxe de volta
    Numa grande reviravolta
    Para você, meu ninho...
    Para seus braços,
    Que me enlaçaram com carinho!

    Nossa Primeira Vez - Maraína Bastos

    by fredsoncc (03/08/2007 - 02:31)

    Costuma-se muito dizer
    Que o melhor mesmo da festa
    É a gente esperar por ela...

    Eu ando assim, meu amor:
    O desejo aumentando...
    Suspiros e devaneios,
    Arfante roçar de seios,
    Meu corpo está te chamando...

    Percebo, dia após dia,
    Que me desejas também.
    E, enquanto não chega a hora,
    Eu sonho, tal como agora,
    Que desta vez você vem.

    Que gosto terá teu beijo?
    Um sabor de ambrosia
    É o que estou imaginando,
    Mas só saberei sugando
    A tua boca macia...

    Que aroma terá teu corpo?
    Perfume de sedução...
    Quero cheirá-lo inteirinho,
    Saboreá-lo todinho,
    Explodindo de paixão...

    Nesta espera alucinada
    Por tão ansiada festa,
    Prazeres que tanto quero,
    Em meu desejo sincero,
    Aguardar é o que me resta.

    Quero entregar-me inteira,
    Com total insensatez,
    Deixar-te me devorar,
    E alucinadamente gozar
    A nossa primeira vez...

    Disfarce - Jenário de Fátima

    by fredsoncc (03/08/2007 - 02:28)

    Quisera amar!... Amar perdidamente.
    De novo sentir o gosto da paixão.
    Ver agitar, pulsar meu coração,
    Me embriagar de amor completamente.

    Quisera ter de novo tal presente.
    Não apenas tolas e simples ilusões,
    Destas que trazem as vezes emoções,
    Mas logo vão-se aos corações da gente.

    Eu já soube um dia o que é gostar assim.
    Mas este amor se foi e desertou de mim,
    Deixando-me um abrigo tão profundo

    Que pra escalá-lo alguma coisa invento,
    Como isso de dizer a cada momento,
    "Te amo" "Te gosto" a quase todo mundo.

    Reflexo da Vida - Jussara C. Godinho

    by fredsoncc (03/08/2007 - 02:27)

    A vida é muito exigente
    Nada sente, nada espera
    trata da gente exatamente
    como a gente trata dela

    E é tão preeminente
    que se a gente não sorrir pra ela
    ela fica de mal com a gente

    Então, dialogue com ela
    de agora em diante, aja diferente
    pense e plante nela
    diariamente do sorriso a semente

    Nunca desista dela
    e ela será sempre complacente
    e muito condescendente
    trazendo alegria corrente

    Lute por ela
    e ela jamais será resistente
    Seja insistente
    creia nela
    e ela será sempre surpreendente!

    Ficheiro Julho 2007